9.3.11

PORTUGUÊS

Hélia Correia no romance LILLIAS FRASER, Ed. Relógio d´Agua, Lisboa, 2001:

"Ele não rezava, é claro. Mas ficara, na sua formação de português, aquela espécie de infantilidade que era a essência do catolicismo. Contava com favores de acaso."

"Mal adivinha um deslaçar da ordem que mantém cada classe em seu degrau, recai na insolência, o português."

1 comentário:

Lis disse...

Como brasileira sou bastane curiosa e apreciadora de textos onde o vocebulário se manifesta diferente do que usamos aqui.
Os puristas costumam dizer que só em Portugal é que se fala o bom português.E já cogitou-se até numa "língua brasileira " tal os exageros e discrepâncias desde que nos tornamos independentes.Eu bem gosto dessas diferenças, torna a língua mais viva .
Uma preciosidade a leitura abaixo de Fialho de Almeida.
Sempre que venho aqui me entusiasmo rs
abraços Méon