18.10.06

Lá fora, a tempestade






Um trovão medonho fez saltar o gato para cima do armário da cozinha.

Com trovões destes havia na minha terra uns brutamontes que resmungavam: "lá 'tão os gajos a desarrumar as cadeiras..."

Entretanto faço greve às aulas. Não concordo com o estilo sindical em uso. Mas também me vai faltando a paciência para a cara de pau da Srª Ministra da Ed.

Em Portugal mais uma vez acontece: do imobilismo para o voluntarismo de tudo querer fazer à pressa e à bruta.

Povo de arranques súbitos ... seguidos de longos períodos de sonolência.

Portanto, na dúvida... adiro à greve.

3 comentários:

JG disse...

A poesia de António José Forte caíu injustamente quase no esquecimento. Nunca o conheci embora, através de um amigo, nutrisse por ele uma admiração instintiva. Encontrei este poema por acaso quando pesquisava um poema de amor para publicar no domingo. Este e mais alguns que guardei para outras ocasiões.

Obrigado pela visita.
Voltarei para o visitar.
Abraço

canela_e_jasmim disse...

Parece que esse trovão enorme nos assutou a todos.
Tivera eu gato e também ele saltaria.
Um abraço

Maria do Sul disse...

ñ 'dei' por esse trovão. O outro, o surdo, que vem rolando de mansinho pelas nossas vidas, o que tem como 'logotipo' a 'cara de pau da ministra, aquela!', para o qual (o trovão, este a que me estou referindo)também já ñ tenho 'pachorra'... Esta 'salsada' em que ñ vejo ninguém nem sindicato LEMBRAR as avaliações de reformas sucessivas que ñ foram feitas (as avaliações)... mas é isso mesmo - em caso de dúvida, também eu fiz greve!